Drones na Engenharia Civil

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Quando falamos de drones, vem imediatamente a imagem de um aparelho que parece um helicóptero com várias hélices, controlado remotamente que carrega uma câmera para tirar fotografias ou realizar filmagens.

Inicialmente desenvolvido para utilização militar, a tecnologia começou a ser vista como útil para inúmeras aplicações. Drone ou VANT (Veículo aéreo não tripulado) é muito mais que isso.

Nos últimos anos, a tecnologia de captação de imagem está em pleno desenvolvimento e já abriu e continuará abrindo um leque de aplicações e oportunidades. A captação de imagem aérea tem um custo e tempo bem inferior comparado com outras alternativas ao drone, e pode servir de solução para: Estudos de uma área onde se pretende instalar um empreendimento, acompanhar a construção de uma obra, inspecionar obras de difícil acesso (pontes, viadutos, barragens, dutos, coberturas, fachadas), entre outros.

Na revista do Valor Econômico de agosto de 2016 – Terceirização, saiu uma matéria de uma empresa que presta serviços de Manutenção  que treinou seus colaboradores para realizar as inspeções de coberturas de grandes indústrias utilizando o drone, otimizando mão de obra e equipamentos de acesso.

Também já estão disponíveis uma série de tecnologias de processamento que permitem desenvolver a partir das imagens captadas pelo drone, levantamentos topográficos, cadastros geométricos de estruturas, modelos digitais em 3 D, que substituem grandes deslocamentos e montagens de sistemas de acesso onerosos. A precisão conseguida com os equipamentos disponíveis é excelente para a grande maioria das aplicações e o tempo para execução é muito inferior aos sistemas convencionais.

A questão que está sendo estudada é o como tratar o grande volume de informações geradas.

Para isso, já existem câmeras e detectores desenvolvidos que captam aquilo que se quer analisar. A imagem é um espectro de frequência. Se captamos a frequência correta podemos analisar raios cósmicos, raios gama, raios X, ultravioleta, infravermelho, infravermelho termal, micro-ondas e ondas de radio, áudio e corrente alternada. Vale aqui observar que podemos captar faixas de frequências que não são visíveis sem auxílio de equipamentos.

Como já existem empresas que podem desenvolver câmeras para aplicações específicas, basta definirmos o que estamos procurando para gerar menos volume de dados, e consequentemente um processamento mais “leve”.

Apesar de já estar sendo utilizado por grandes empresas de engenharia aqui no Brasil ainda não existe uma legislação específica sobre o assunto.

Existe um longo caminho a se percorrer nesta área e sem dúvida irá contribuir muito com o desenvolvimento do nosso país.

#drone #droneengenharia

 

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